Na abertura da 81ª Assembleia Geral da ONU, dois líderes subiram ao mesmo palco e falaram para mundos distintos: Lula defendeu a soberania das nações e o multilateralismo diante de uma plateia que o recebeu com aplausos, enquanto Trump celebrou a supremacia americana e viu delegações abandonarem o plenário durante seu discurso. O encontro que não aconteceu nos bastidores — e o passo acelerado de Lula para evitar Marco Rubio — disse tanto quanto qualquer discurso. Em Nova York, a ordem mundial não foi negociada; foi encenada.