Na tribuna das Nações Unidas, o presidente Lula escolheu a tecnologia como linguagem diplomática: apresentou o PIX como prova de que países em desenvolvimento podem criar soluções financeiras de alcance global, e convocou o mundo a estabelecer regras comuns para a inteligência artificial e para o poder das grandes plataformas digitais. O gesto revela uma ambição mais profunda — a de que o Brasil deixe de ser apenas receptor das transformações tecnológicas e passe a ajudar a escrever as normas que as governam.