Em setembro de 2026, o presidente Lula rejeitou publicamente a decisão de Washington de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas, abrindo uma fissura diplomática que vai além da nomenclatura. Ao redirecionar o debate para o ataque ao Capitólio e para o que chama de terrorismo de Estado praticado por Bolsonaro, Lula não apenas recusa uma etiqueta — ele reivindica o direito soberano de nomear a própria violência. É um momento em que a linguagem do poder se torna, ela mesma, o campo de batalha.