No Dia da Independência, o presidente Lula escolheu falar não de batalhas passadas, mas de riquezas presentes: petróleo na Margem Equatorial e terras raras que colocam o Brasil no centro de uma disputa global por recursos estratégicos. O pronunciamento em rede nacional, autorizado pelo TSE como matéria de Estado, ancora-se no recém-aprovado Marco Legal dos Minerais Críticos — legislação que o governo defende como escudo contra a subordinação a potências estrangeiras. É um momento em que a soberania deixa de ser retórica e assume a forma de barris e elementos químicos.