Em Nova York, o presidente Lula concedeu uma entrevista à CNN que revelou a complexidade da posição brasileira diante de crises que envolvem soberania, intervenção e responsabilidade política. Ao invocar o nome de Saddam Hussein para criticar o histórico intervencionista dos Estados Unidos e ao defender simultaneamente o julgamento de Maduro e a convocação de eleições por Delcy Rodríguez, Lula traçou uma linha tênue entre a condenação de um governo autoritário e a resistência a soluções impostas de fora. A declaração ecoa uma tensão antiga da política internacional: quem tem legitimidade para
Lula cita Saddam ao criticar operações dos EUA e gera polêmica
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