Ao chegar a Nova York para sua última participação na Assembleia Geral da ONU como presidente, Lula encerra um ciclo diplomático e busca inscrever, na tribuna mais ampla do mundo, a soberania como legado de seu mandato. O encontro com figuras como Bernie Sanders e o presidente do Uruguai revela uma diplomacia que aposta na construção de pontes entre o Sul Global e interlocutores progressistas do Norte. É o momento em que um líder olha para trás e, ao mesmo tempo, tenta moldar o que ficará.