No teatro imprevisível da Série B, o Náutico encontrou na disciplina coletiva e na lucidez individual a fórmula para superar o Botafogo-SP. Não foi uma vitória construída sobre o espetáculo, mas sobre a consistência silenciosa de quem cumpre seu papel — do goleiro que evita o desastre ao atacante que aparece no momento exato. O técnico Hélio dos Anjos, com suas substituições cirúrgicas, lembrou que o futebol também é uma arte de leitura e timing.