No cruzamento entre entretenimento e tecnologia, um influenciador brasileiro levou ao Rock in Rio não um amigo ou parceiro, mas um robô humanoide avaliado em R$ 230 mil — batizado carinhosamente de Juan. O gesto de Lucas Rangel, aparentemente excêntrico, aponta para algo mais profundo: a gradual dissolução das fronteiras entre o humano e o maquínico no espaço público, onde festivais de música passam a ser também palcos de uma nova convivência entre espécies criadas e criadoras.