Lucas Pavanato e Nikolas Ferreira quebram recorde histórico de votos para deputado

Dois deputados federais estabelecem marco que nenhum candidato havia alcançado
Lucas Pavanato e Nikolas Ferreira ultrapassam a votação recorde de Eduardo Bolsonaro de 2018.
Mark

Como é possível que dois candidatos quebrem o mesmo recorde na mesma eleição? Isso não deveria ser mais raro?

Mimi

Não necessariamente. O recorde anterior era de 2018, oito anos atrás. Populações crescem, campanhas digitais alcançam mais pessoas, e o contexto político muda. Ambos estavam em posições fortes — um já era deputado, o outro tinha visibilidade como youtuber.

Luke

Mas precisamos ser cuidadosos com o que sabemos e o que não sabemos. Os números de Pavanato têm 94% das urnas apuradas, e os de Ferreira têm 87,7%. Esses são números parciais. Também não temos informação sobre a votação total em 2026 comparada a 2018 — talvez mais gente tenha votado em geral.

Mark

Entendo. Então o recorde pode estar menos ligado a uma preferência pessoal por esses candidatos e mais a mudanças estruturais na eleição?

Mimi

Pode ser uma combinação. Mas o que é inegável é que esses dois nomes específicos mobilizaram mais votos do que qualquer outro candidato à Câmara já havia conseguido. Isso é um fato.

Luke

Verdade. E vale notar que ambos são do PL, do mesmo partido. Não sabemos se houve um efeito de voto útil ou de campanha coordenada que potencializou os números de ambos.

Mark

Pavanato vinha de uma posição menor, como vereador. Como ele conseguiu fazer esse salto tão grande?

Mimi

Ele tinha visibilidade prévia como youtuber e ativista de direita, além de sua experiência no MBL. Essas redes de ativismo político têm alcance real, especialmente em plataformas digitais.

Luke

Mas o material não nos diz muito sobre sua campanha específica, seus gastos, ou como ele construiu essa votação. Sabemos que ele foi vereador e que tem presença digital, mas os detalhes de como transformou isso em 2,856 milhões de votos não estão aqui.

Mark

E Ferreira? Ele já era deputado, então era esperado que crescesse?

Mimi

Crescer, talvez. Mas crescer para quase o dobro da votação anterior é significativo. Ele passou de 1,4 milhão para 2,81 milhões em uma eleição.

Luke

Novamente, sem saber o contexto geral de votação em 2026, é difícil avaliar se esse crescimento é extraordinário ou se acompanha uma tendência maior.

  • Com 94% das urnas apuradas, Pavanato já somava 2,856 milhões de votos — mais de 1 milhão acima do recorde anterior, que pertencia a Eduardo Bolsonaro desde 2018.
  • Nikolas Ferreira, reeleito com 2,81 milhões de votos, quase dobrou sua própria votação de estreia, quando havia conquistado 1,4 milhão de votos pela primeira vez.
  • O recorde de Bolsonaro, de 1.843.735 votos pelo PSL em São Paulo, resistiu por oito anos antes de ser superado — e foi quebrado por dois candidatos na mesma noite.
  • A trajetória de Pavanato, do MBL à assessoria parlamentar e depois à vereança, culminou em um salto direto para o topo histórico da votação federal.
  • Os números finais ainda não estavam fechados no momento da apuração, mas a posição histórica de ambos já estava assegurada, lançando perguntas sobre o peso político que carregarão na próxima legislatura.

Na noite de 4 de outubro de 2026, dois deputados federais do PL reescreveram os limites do que se considerava possível em uma eleição para a Câmara dos Deputados. Lucas Pavanato, oriundo do ativismo de direita e da vereança paulistana, e Nikolas Ferreira, parlamentar mineiro em busca da reeleição, ultrapassaram juntos uma marca que Eduardo Bolsonaro havia estabelecido em 2018 — e que permanecera intocada por oito anos. O feito não é apenas estatístico: ele revela o quanto certas correntes políticas conseguiram transformar presença digital e militância em votos concretos, em escala sem precedentes para o cargo.

Na noite de domingo, 4 de outubro de 2026, dois deputados federais eleitos pelo PL fizeram o que nenhum candidato à Câmara havia conseguido antes. Lucas Pavanato, ex-vereador de São Paulo com raízes no ativismo de direita, ultrapassou 2,856 milhões de votos com 94% das urnas apuradas. Seu colega de partido Nikolas Ferreira, reeleito por Minas Gerais, chegou a 2,81 milhões — e ambos derrubaram o mesmo recorde na mesma noite.

Esse teto havia sido erguido em 2018, quando Eduardo Bolsonaro foi eleito deputado federal pelo PSL com 1.843.735 votos em São Paulo. Por oito anos, o número resistiu. A diferença agora é expressiva: Pavanato recebeu mais de 1 milhão de votos além da marca anterior; Ferreira, cerca de 967 mil a mais.

A trajetória de Pavanato passa pelo Movimento Brasil Livre, pela assessoria ao vereador Fernando Holiday e por um mandato na Câmara Municipal de São Paulo — antes do salto para o cenário federal. Já Ferreira quase dobrou sua própria votação de estreia, quando havia conquistado 1,4 milhão de votos na primeira eleição para deputado.

Com a contagem ainda em curso, os dois já haviam garantido posições históricas no ranking da Câmara. O que esses números significarão para a composição da próxima legislatura permanece em aberto — mas o recado das urnas foi inequívoco.

Na noite de domingo, 4 de outubro, dois deputados federais eleitos pelo PL estabeleceram um marco que nenhum candidato à Câmara dos Deputados havia alcançado antes. Lucas Pavanato, vereador de São Paulo que migrou para a disputa federal, ultrapassou a barreira dos 2,856 milhões de votos com 94% das urnas apuradas em seu estado, tornando-se o mais votado da história para o cargo. Não se tratava de um feito isolado: seu colega de partido Nikolas Ferreira, que já ocupava uma cadeira na Câmara, conseguiu se reeleger com 2,81 milhões de votos, também quebrando o recorde anterior.

O patamar que ambos ultrapassaram havia permanecido intocável por oito anos. Em 2018, Eduardo Bolsonaro foi eleito deputado federal pelo então PSL com 1.843.735 votos em São Paulo — um número que, até aquele domingo à noite, representava o teto da votação para a Câmara dos Deputados. A diferença entre o recorde antigo e os novos números é substancial: Pavanato recebeu mais de 1 milhão de votos a mais que Bolsonaro; Ferreira, aproximadamente 967 mil votos adicionais.

O trajeto de Pavanato até chegar a essa votação expressiva passa por uma trajetória ligada ao ativismo de direita. Youtuber e militante político, ele começou sua carreira na vida pública como integrante do Movimento Brasil Livre (MBL) antes de se tornar assessor do vereador Fernando Holiday. Sua candidatura a deputado federal representou um salto significativo em relação ao cargo que ocupava como vereador em São Paulo.

Para Nikolas Ferreira, a reeleição com votação recorde marca um crescimento considerável em relação ao seu desempenho anterior. Quando foi eleito deputado federal pela primeira vez, ele havia conquistado 1,4 milhão de votos — um número respeitável que agora foi superado em quase o dobro. Sua permanência na Câmara, combinada com a ampliação expressiva de seu apoio eleitoral, sugere consolidação de sua base política em Minas Gerais.

O resultado reflete dinâmicas eleitorais específicas de 2026, ainda que os números finais não estivessem completamente fechados no momento da apuração. Com a maioria das urnas contabilizadas, ambos os candidatos já haviam assegurado posições históricas no ranking de votação para a Câmara dos Deputados. O que essas cifras significam para a composição da próxima legislatura e para o peso político que esses deputados carregarão em suas bancadas permanece em aberto, mas o recado eleitoral foi claro: em 2026, esses dois nomes mobilizaram um volume de apoio sem precedentes para o cargo.

Lucas Pavanato é youtuber e ativista de direita que começou na vida política como militante do MBL e se tornou assessor do vereador Fernando Holiday
— Informação biográfica do material de campanha
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