Lucas Pavanato e Nikolas Ferreira batem recorde histórico com mais de 3 milhões de votos

Dois candidatos quebraram um recorde que durava oito anos
Ferreira e Pavanato ultrapassaram os 3 milhões de votos, superando Eduardo Bolsonaro de 2018.
Mark

Como dois candidatos chegam a 3 milhões de votos em uma eleição para deputado federal? Isso parece extraordinário.

Mimi

É realmente inédito. Ferreira e Pavanato explodiram os números anteriores. Eduardo Bolsonaro tinha 1,84 milhão em 2018, e agora temos dois candidatos com quase o dobro disso.

Luke

Mas precisamos lembrar que a apuração ainda não estava 100% completa quando esses números foram divulgados. São Paulo tinha 98% e Minas Gerais 99%. Pode haver pequenas variações.

Mark

Entendi. E como esses dois candidatos chegaram a esse patamar? Eles têm algo em comum?

Mimi

Ambos são do PL, ambos jovens — 28 e 30 anos — e ambos construíram suas bases antes dessa eleição. Ferreira foi vereador mais votado de Belo Horizonte em 2020, depois deputado federal em 2022. Pavanato foi vereador mais votado de São Paulo em 2024.

Luke

Mas há uma diferença importante: Ferreira já tinha experiência como deputado federal. Pavanato estava vindo de uma eleição municipal. Não sabemos exatamente como cada um mobilizou seus eleitores ou quais foram os fatores específicos em cada estado.

Mark

O PL dominou essa eleição para a Câmara?

Mimi

Não completamente, mas tem presença forte. Quatro dos dez deputados mais votados são do PL. Mas há equilíbrio: seis dos dez são de direita e quatro de esquerda.

Luke

E é importante notar que Erika Hilton, do PSOL, ficou em terceiro lugar com 1,59 milhão de votos. Isso mostra que a esquerda também mobilizou eleitores significativamente em São Paulo.

Mark

Qual é o significado político disso tudo?

Mimi

Ainda é cedo para dizer. Esses números mostram que certos candidatos conseguem mobilizar bases muito grandes, mas não sabemos ainda como isso vai se traduzir em composição da Câmara ou em alianças políticas.

Luke

Exatamente. Votos para deputado federal não são votos para presidente. A dinâmica é diferente. Precisamos ver como a Câmara vai se organizar quando todos os resultados forem consolidados.

  • Dois candidatos de 28 e 30 anos quebraram simultaneamente um recorde que resistia há décadas, tornando a noite eleitoral de outubro de 2026 um momento sem precedentes na história parlamentar brasileira.
  • A disputa pelo topo do ranking foi acirrada durante toda a apuração — Pavanato liderou por horas, mas foi ultrapassado por Ferreira na reta final, com 3,1 milhões contra 3,03 milhões de votos.
  • O PL domina o novo cenário com quatro dos dez deputados federais mais votados do país, consolidando sua posição como força eleitoral hegemônica na direita brasileira.
  • A esquerda não ficou ausente do topo: Erika Hilton, do PSOL, conquistou o terceiro lugar com 1,59 milhão de votos, sinalizando que a polarização se traduz em mobilização intensa nos dois campos.
  • Com apuração ainda incompleta em alguns estados, os números finais podem variar, mas a ruptura histórica já está consumada — nenhum ajuste aritmético devolverá o recorde ao passado.

Na noite de 4 de outubro de 2026, dois jovens deputados do PL — Nikolas Ferreira, de Minas Gerais, e Lucas Pavanato, de São Paulo — reescreveram os limites do que se considerava possível em uma eleição para a Câmara Federal brasileira, cada um ultrapassando a marca de 3 milhões de votos. O recorde anterior, de 1,84 milhão, pertencia a Eduardo Bolsonaro desde 2018 — e foi pulverizado. O resultado não é apenas uma estatística eleitoral: é um sinal de como a mobilização política de massas, amplificada por novas dinâmicas digitais e polarização ideológica, está redesenhando o mapa do poder representativo no Brasil.

Nikolas Ferreira e Lucas Pavanato fizeram história na noite de 4 de outubro de 2026, tornando-se os primeiros deputados federais brasileiros a ultrapassar 3 milhões de votos em uma eleição para a Câmara. Ferreira, mineiro de 30 anos, encerrou a apuração com 3,1 milhões de votos em Minas Gerais; Pavanato, paulista de 28 anos, somou 3,03 milhões em São Paulo. Os dois deixaram para trás o recorde anterior de Eduardo Bolsonaro — 1,84 milhão de votos em 2018 — com uma margem que tornava a comparação quase simbólica.

As trajetórias dos dois são distintas, mas convergem no mesmo ponto de chegada. Ferreira formou-se em Direito, elegeu-se vereador mais votado de Belo Horizonte em 2020 e já era o deputado federal mais votado do Brasil em 2022, com 1,47 milhão de votos. Pavanato começou como estagiário em um gabinete de vereador em 2018, tentou uma vaga de deputado estadual em 2022 sem sucesso e consolidou sua base ao se tornar o vereador mais votado de São Paulo em 2024, com 161,4 mil votos — trampolim para o salto histórico que viria a seguir.

O desempenho dos dois reflete a força do PL no pleito de 2026: o partido ocupou quatro das dez primeiras posições entre os deputados mais votados do país. O campo da esquerda também marcou presença — seis dos dez mais votados eram de direita, quatro de esquerda, com Erika Hilton (PSOL-SP) em terceiro lugar, com 1,59 milhão de votos.

O recorde rompe com décadas de história eleitoral. Desde 1994, nomes como Celso Russomanno, Tiririca e Enéas eram referências de votações expressivas — nenhum chegou perto de 2 milhões. O crescimento exponencial dos números de 2026 reflete tanto o aumento populacional quanto uma nova era de mobilização política, em que as fronteiras entre militância, entretenimento e representação se tornaram cada vez mais porosas.

Nikolas Ferreira e Lucas Pavanato fizeram história na noite de 4 de outubro de 2026. Os dois candidatos do PL tornaram-se os primeiros deputados federais a ultrapassar a marca de 3 milhões de votos em uma eleição para a Câmara. Ferreira, mineiro de 30 anos, fechou a apuração com 3,1 milhões de votos em Minas Gerais, enquanto Pavanato, paulista de 28 anos, somava 3,03 milhões em São Paulo. Ambos superaram amplamente o recorde anterior, estabelecido por Eduardo Bolsonaro em 2018, quando o então candidato pelo PSL conquistou 1,84 milhão de votos.

A trajetória dos dois candidatos revela caminhos distintos até este momento. Ferreira é formado em Direito pela PUC Minas e começou sua carreira política em 2020, quando se elegeu vereador mais votado de Belo Horizonte com 29,4 mil votos. Dois anos depois, em 2022, ele já era o deputado federal mais votado do Brasil, com 1,47 milhão de votos. Pavanato, nascido em Sorocaba, iniciou sua trajetória política em 2018 como estagiário no gabinete de um vereador. Em 2022, candidatou-se a deputado estadual pelo partido Novo e obteve 36 mil votos, conquistando a suplência. Seu salto veio em 2024, quando se elegeu vereador mais votado de São Paulo com 161,4 mil votos, consolidando sua base eleitoral antes desta eleição para a Câmara Federal.

Durante a apuração, Pavanato liderou o ranking por boa parte da noite, mas foi ultrapassado por Ferreira na reta final. Com mais de 98% das urnas apuradas em São Paulo e mais de 99% em Minas Gerais, o resultado ainda poderia sofrer pequenas variações, embora as diferenças fossem mínimas. O desempenho dos dois candidatos reflete a força do PL no pleito de 2026. O partido conquistou quatro dos dez deputados federais mais votados do país, seguido pelo PSOL com dois, enquanto Novo, Missão, PT e PSB tiveram um candidato cada no topo do ranking.

Entre os dez mais votados, seis eram filiados a partidos de direita e quatro a partidos de esquerda. Erika Hilton, do PSOL-SP, ficou em terceiro lugar com 1,59 milhão de votos, seguida por André Fernandes (PL-CE) com 684 mil, Sâmia Bomfim (PSOL-SP) com 583 mil, Julia Zanatta (PL-SC) com 560 mil, Ana Elisa (PT-MG) com 524 mil, Kim Kataguiri (Missão-SP) com 520 mil, Tabata Amaral (PSB-SP) com 476 mil e Jeffrey Chiquini (Novo-PR) com 425 mil votos.

O recorde de Ferreira e Pavanato marca uma ruptura significativa com a história eleitoral brasileira. Desde 1994, quando começou a série histórica de registros, nenhum candidato havia chegado perto da marca de 3 milhões de votos. Celso Russomanno, que venceu em 1994 com 233 mil votos e novamente em 2014 com 1,52 milhão, permanecia como referência de votação expressiva. Tiririca conquistou 1,35 milhão em 2010, e Enéas obteve 1,57 milhão em 2002. O crescimento exponencial nos números de votação reflete tanto o aumento populacional quanto mudanças nas dinâmicas políticas e na mobilização eleitoral dos últimos anos.

Pavanato liderou o ranking durante boa parte da apuração, mas foi superado por Nikolas na reta final
— Apuração de votos de 4 de outubro de 2026
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