No Nilton Santos, o Botafogo encontrou na juventude e na persistência as ferramentas para uma vitória que vai além dos três pontos. Lucas Emanuel, um adolescente panamenho de 17 anos, estreou como titular e inscreveu seu nome na história do clube com uma cavadinha elegante — gesto que raramente pertence a quem ainda não conhece o peso de uma partida profissional. Kadir, nos acréscimos, completou a narrativa: a paciência do banco de reservas como resposta ao caos do jogo.