Na noite de segunda-feira, em Curitiba, o Vitória encontrou não apenas um adversário, mas os limites de sua própria organização defensiva. A derrota por 2 a 0 para o Athletico-PR nas oitavas da Copa do Brasil coloca o time baiano diante de uma equação quase impossível: vencer por três gols no Barradão, sem o expulso Martínez, para seguir em frente. O futebol, como a vida, cobra caro os momentos em que a atenção falha.
Luan Cândido é o pior em derrota do Vitória para o Athletico na Copa do Brasil
Demorou para marcar e foi driblado no lance do gol
Por que Luan Cândido foi tão decisivo nos dois gols? Foram erros pontuais ou um padrão?
Não foi coincidência. No primeiro gol, ele demorou para reagir e foi driblado. No segundo, simplesmente não cortou o lançamento. São falhas de posicionamento e leitura de jogo, não apenas má sorte.
E Renê, o atacante — ele teve uma chance clara, certo?
Sim. Fez uma arrancada bonita após um chutão, mas perdeu o gol e bateu na trave. Em um jogo onde você sai perdendo, essas oportunidades não podem ser desperdiçadas.
A expulsão de Martínez muda tudo para a volta?
Muda completamente. Ele já tinha tido uma atuação fraca, mas sua ausência reduz as opções do Vitória no meio-campo. É um desfalque que piora ainda mais uma situação já difícil.
Qual era o trabalho defensivo que o Vitória deveria ter feito?
Marcar melhor nos espaços entre as linhas do Athletico e neutralizar os contra-ataques. O time não conseguiu fazer nenhum dos dois. Ficou exposto.
Se o Vitória vencer por dois gols, vai para os pênaltis. Isso é realista?
Mais realista que vencer por três, mas ainda assim muito difícil. O Athletico sabe que um empate o classifica, então vai jogar com segurança. O Vitória precisa de um milagre.
Der Puls
- Falhas individuais custaram o jogo: Luan Cândido foi driblado e deixou de cortar lançamentos em ambos os gols do Athletico, recebendo a pior nota da equipe.
- A expulsão de Martínez por dois cartões amarelos priva o Vitória de um jogador do meio-campo justamente no jogo de volta mais decisivo da fase.
- Fabiano Souza foi substituído no intervalo após erros de passe e decisão, revelando uma equipe que não encontrou ritmo nem coesão em Curitiba.
- O Vitória precisa agora vencer por três gols no Barradão na quinta-feira — uma remontada que o próprio placar e o desfalque tornam improvável.
- O Athletico jogará o segundo jogo com a vantagem psicológica de saber que um empate já garante sua classificação às quartas de final.
Na noite de segunda-feira, em Curitiba, o Vitória encontrou não apenas um adversário, mas os limites de sua própria organização defensiva. A derrota por 2 a 0 para o Athletico-PR nas oitavas da Copa do Brasil coloca o time baiano diante de uma equação quase impossível: vencer por três gols no Barradão, sem o expulso Martínez, para seguir em frente. O futebol, como a vida, cobra caro os momentos em que a atenção falha.
O Vitória deixou a Arena da Baixada na segunda-feira à noite com uma derrota de 2 a 0 para o Athletico-PR pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Os gols de João Cruz e Dudu construíram uma vantagem que transforma o jogo de volta, na quinta-feira no Barradão em Salvador, em uma missão quase impossível: o time baiano precisa vencer por três gols de diferença para avançar diretamente, ou por dois para levar a decisão aos pênaltis.
A noite foi marcada pelo desempenho abaixo do esperado de Luan Cândido. O lateral-esquerdo demorou para marcar no lance do primeiro gol, foi driblado em seguida e, no segundo tempo, não conseguiu cortar o lançamento que originou o segundo gol adversário. Sua nota 3.0 foi a mais baixa entre todos os jogadores do Rubro-Negro. Fabiano Souza, no lado oposto da defesa, também decepcionou com erros de passe e decisão, sendo substituído no intervalo.
O técnico Jair Ventura terá um problema a mais para escalar a equipe na volta. Emmanuel Martínez recebeu dois cartões amarelos e foi expulso, ficando fora do jogo decisivo. O meio-campista já havia tido dificuldades para participar com bola e para conter as subidas pelo lado esquerdo do Athletico. Renê, no ataque, desperdiçou a chance mais clara do Vitória ao acertar a trave após uma arrancada no segundo tempo.
Com um adversário que jogará tranquilo sabendo que o empate classifica, e sem Martínez por suspensão, o Vitória chega ao Barradão carregando um peso que vai muito além do placar.
O Vitória saiu da Arena da Baixada na segunda-feira à noite com uma derrota que deixa a tarefa praticamente impossível. O time baiano perdeu por 2 a 0 para o Athletico-PR nas oitavas de final da Copa do Brasil, com gols de João Cruz e Dudu, e agora enfrenta um cenário desafiador: precisa vencer por três gols de diferença no jogo de volta, marcado para quinta-feira no Barradão, em Salvador, para avançar às quartas. Se vencer apenas por dois, a classificação vai para os pênaltis.
A performance do Vitória em Curitiba foi marcada por falhas defensivas que custaram caro. Luan Cândido, lateral-esquerdo, foi o destaque negativo da equipe. No primeiro gol do Athletico, demorou demais para marcar João Cruz e ainda foi driblado no lance. Depois, foi facilmente superado por Leozinho em outra jogada e sofreu no corpo a corpo contra Viveros. No segundo tempo, quando o Athletico ampliou a vantagem, Luan Cândido não cortou o lançamento que resultou no segundo gol. Sua atuação recebeu nota 3.0 da redação do ge, a mais baixa entre todos os jogadores do Rubro-Negro baiano.
O técnico Jair Ventura terá um problema adicional para a volta. Emmanuel Martínez, que atuou no meio-campo, recebeu dois cartões amarelos e foi expulso, desfalcando o time na partida decisiva. Martínez já havia tido uma atuação fraca, com dificuldade para participar do jogo com bola e muito trabalho para marcar as subidas do adversário pelo lado esquerdo. Sua expulsão reduz ainda mais as chances de remontada.
Outros jogadores também não corresponderam. Fabiano Souza, lateral-direito, errou passes e tomadas de decisão, tanto que foi substituído no intervalo. Caíque, no meio-campo, poderia ter marcado João Cruz no lance do primeiro gol. Renê, atacante, teve uma chance clara no segundo tempo — fez uma arrancada após um chutão, mas perdeu o gol e acertou a trave. No geral, o Vitória teve dificuldade para marcar nos espaços entre as linhas do Athletico e para neutralizar os contra-ataques, além de produzir pouco no ataque.
Lucas Arcanjo, goleiro do Vitória, não evitou o primeiro gol — um chute quase no meio do gol — e fez boa defesa no primeiro tempo, mas não teve grandes atuações na segunda etapa. Cacá e Brítez, na zaga, tiveram desempenhos regulares, com Cacá tendo trabalho para marcar Viveros. Ramon, no lado direito da defesa, teve uma partida quase nula ofensivamente, mas não comprometeu defensivamente.
O desafio que se coloca agora é monumental. O Vitória precisa não apenas vencer, mas vencer com uma margem de três gols contra um Athletico que jogará com mais tranquilidade, sabendo que um empate o classifica. A ausência de Martínez por expulsão torna a tarefa ainda mais árdua. O jogo de volta acontece quinta-feira às 20h, horário de Brasília, no Barradão, em Salvador.
Bemerkenswerte Zitate
Demorou para marcar João Cruz no lance do gol e ainda foi driblado. Também foi facilmente driblado por Leozinho em outra jogada e sofreu no corpo a corpo com Viveros.— Avaliação do ge sobre Luan Cândido