Lito Souza, de 59 anos, foi diagnosticado com DCJ, doença neurodegenerativa rara com sobrevida média de seis meses após primeiros sintomas. A família negocia uso compassivo de medicamento experimental já testado em animais, após critérios rigorosos impedirem entrada em ensaios clínicos formais.
Lito pode ser 1º humano a testar remédio para doença rara; esposa negocia com biotecnologia
Lito Souza enfrenta doença neurodegenerativa progressiva com prognóstico grave e sem tratamento curativo disponível, afetando sua qualidade de vida e a de sua família.