Nas profundezas do Oceano Pacífico, uma vasta mancha de calor avança silenciosamente, redesenhando os padrões climáticos do planeta antes mesmo de atingir seu ápice. O chamado Super El Niño de 2026 — cujo pico está previsto para novembro e dezembro — já registra temperaturas recordes, estendendo sua 'língua vermelha' do Pacífico central até as costas da América do Sul. Organismos internacionais como a OMM e a ONU reconhecem que o fenômeno, que deve perdurar até fevereiro de 2027, coloca a humanidade diante de um capítulo climático ainda pouco compreendido pela ciência.