Em Nova Délhi, líderes de nações que representam metade da humanidade se sentam à mesma mesa carregando visões de mundo profundamente distintas. A cúpula do Brics de 2026 não é apenas uma reunião diplomática — é um espelho das tensões que definem a ordem global contemporânea, onde o desejo de multipolaridade encontra a realidade das divergências irreconciliáveis. O que Modi conseguir costurar entre Putin, Xi e Pezeshkian revelará se blocos do Sul Global podem, de fato, falar com uma só voz quando o mundo mais precisa de clareza.