Em setembro de 2026, diante do Conselho de Segurança da ONU, líderes das maiores empresas de inteligência artificial do mundo vieram não para celebrar conquistas, mas para soar um alarme. A tecnologia que estão construindo cresce mais rápida do que a capacidade humana de governá-la, e os próprios arquitetos dessa revolução pedem que os governos assumam responsabilidade antes que a janela se feche. O que se revelou, porém, foi que a divisão entre as grandes potências pode ser tão perigosa quanto a tecnologia em si.