Em setembro de 2026, dois dos nomes mais influentes da inteligência artificial — Sam Altman e Dario Amodei — levaram seus alertas ao Conselho de Segurança da ONU, o espaço onde a humanidade negocia suas ameaças mais graves. O gesto em si foi uma declaração: a IA deixou de ser uma questão de laboratório ou mercado e entrou na gramática da segurança global. O pedido central era simples na forma, mas imenso na exigência — que as nações cooperem antes que a magnitude do risco supere a capacidade coletiva de resposta.