A liberação profilática não reduziu necessidade de nova cirurgia do túnel do carpo em dois anos (2,24% vs 1,79%; p=0,057). Pacientes com liberação profilática tiveram maiores taxas de revisão da fixação (3,32% vs 2,36%) e visitas ao pronto-socorro em 90 dias (7,62% vs 6,03%).