No Equador, a Justiça encerrou mais um capítulo de uma longa saga de responsabilização política: Lenín Moreno, ex-presidente que prometeu continuidade revolucionária e governou em sentido oposto, foi condenado a cinco anos de prisão por aceitar subornos de uma empresa chinesa durante a construção de uma hidrelétrica bilionária. Aos 73 anos e com mobilidade reduzida, ele cumprirá a pena em regime domiciliar — mas a sentença carrega um peso simbólico que ultrapassa o individual, tornando-o o terceiro ex-presidente equatoriano condenado por corrupção em menos de duas décadas. A história do Equado