A menos de um ano das eleições de 2026, leitores da Folha de S.Paulo revelam uma fadiga cívica que transcende partidos: o debate político brasileiro se contraiu em torno de acusações recíprocas de corrupção, deixando órfãs as perguntas sobre que país se quer construir. É um sintoma antigo — a desconfiança nas instituições — que encontra, neste ciclo eleitoral, terreno especialmente fértil para se aprofundar.