Em um momento em que a inteligência artificial redefine as fronteiras do poder e da responsabilidade, Ursula von der Leyen posiciona a Lei de IA da União Europeia não apenas como proteção aos seus cidadãos, mas como bússola para o mundo. A declaração ecoa uma tradição europeia de exportar normas — da privacidade de dados ao meio ambiente — e levanta uma questão que transcende a técnica: quem terá a autoridade moral e política de definir como a humanidade governa suas próprias criações digitais?