Ao longo de quase cinco décadas entre zonas de guerra e estúdios de televisão, o jornalista Leão Serva acumulou episódios que revelam o quanto a profissão exige não apenas coragem, mas discernimento diante do caos. Seu novo livro, lançado em São Paulo, não é uma memória celebratória, mas uma meditação sobre os limites do jornalismo quando a democracia é testada por figuras polarizadoras, pela velocidade das redes sociais e pela imprevisibilidade da história — como aprende quem planejou um Dia das Boas Notícias para o 11 de setembro de 2001.