No Brasil, o lançamento de novos iPhones não abre uma janela de economia para quem busca modelos anteriores — ao contrário, fecha-a. Quando a Apple eleva o patamar de referência com aparelhos mais caros, varejistas e revendedores reajustam para cima toda a linha disponível, como se o valor do desejo pelo novo contaminasse o preço do antigo. É uma inversão da lógica convencional do mercado tecnológico, e revela como a força simbólica de uma marca pode redefinir as regras da oferta e da procura.