No limiar entre a esperança e o rigor científico, um laboratório brasileiro dá o primeiro passo formal para testar em humanos uma proteína que pode, um dia, ajudar a restaurar movimentos perdidos por lesão medular. O Cristália inicia em 24 de setembro o estudo clínico de Fase 1 com polilaminina, envolvendo cinco pacientes em São Paulo — não para provar que a substância funciona, mas para verificar se é segura o suficiente para continuar sendo investigada. É o começo cauteloso de uma jornada longa, onde a ciência avança devagar precisamente porque as apostas são altas.
Laboratório inicia primeiro teste clínico com polilaminina em lesão medular
Cinco pacientes com lesão completa na medula espinhal participarão do teste clínico para avaliar potencial recuperação de movimentos.