Em meio ao isolamento compartilhado e à pressão internacional crescente, Kim Jong-un enviou a Vladimir Putin uma carta que transcende a diplomacia convencional: ao chamar a guerra na Ucrânia de 'guerra sagrada', o líder norte-coreano não apenas reafirma uma aliança estratégica, mas a eleva ao plano da convicção ideológica. É um gesto que revela como duas nações à margem da ordem global buscam, uma na outra, legitimidade e sustentação para caminhos que o restante do mundo condena.