Keone Pearson subiu ao palco em Las Vegas na noite de sexta-feira e conquistou aquilo que já havia conquistado três vezes antes: o título da categoria 212 do Mr. Olympia 2026. O fisiculturista americano venceu uma disputa que reuniu os melhores atletas da divisão, recebendo o prêmio das mãos de Flex Lewis, heptacampeão da competição entre 2012 e 2018. Com essa vitória, Pearson consolidou seu domínio na categoria, tornando-se tetracampeão consecutivo do principal campeonato de fisiculturismo do mundo.
Keone Pearson vence categoria 212 do Olympia 2026 com quarto título consecutivo
Três atletas brasileiros no top seis — marca inédita para o país
The Hearth Conversation
Por que o resultado de Keone Pearson é tão significativo? É só mais um título para ele?
Não é só mais um título. Tetracampeão consecutivo significa que ele mantém um nível de consistência que poucos atletas conseguem. Mas o que realmente importa aqui é o Brasil.
Espera — três brasileiros no top seis é inédito, segundo a reportagem. Mas quantos brasileiros participaram no total? Quatro, certo? Então dois não entraram no top seis.
Exato. Quatro brasileiros na categoria, três no top seis. É um resultado muito forte, mas não é unanimidade.
E por que a categoria 212 é diferente? Por que não é só "mais leve"?
O limite de peso muda tudo. Com 96 quilogramas no máximo, atletas mais baixos conseguem parecer mais volumosos proporcionalmente. É uma divisão que favorece certos tipos de físico.
A reportagem diz que a categoria usa "os mesmos critérios" da Open. Mas o que isso significa exatamente? Quais são esses critérios? Não fica claro.
Boa observação. Provavelmente simetria, proporção, definição muscular — coisas que juízes de fisiculturismo avaliam. Mas a reportagem não detalha.
O Brasil levou um recorde de atletas para Las Vegas. Isso é novo?
Sim, é recorde de classificados. Cinco categorias de sete. Mostra que o fisiculturismo profissional brasileiro está crescendo.
Mas crescimento em relação a quê? A reportagem não diz quantos atletas brasileiros foram em anos anteriores. É recorde, mas não sabemos a magnitude.
Flex Lewis entregou o prêmio a Pearson. Por que isso importa?
Flex foi heptacampeão. É uma forma de passar a tocha, de reconhecer a continuidade do legado na divisão.
Ou é apenas um detalhe de cerimônia. Não há contexto suficiente para dizer que é simbolicamente importante.
Keone Pearson subiu ao palco em Las Vegas na noite de sexta-feira e conquistou aquilo que já havia conquistado três vezes antes: o título da categoria 212 do Mr. Olympia 2026. O fisiculturista americano venceu uma disputa que reuniu os melhores atletas da divisão, recebendo o prêmio das mãos de Flex Lewis, heptacampeão da competição entre 2012 e 2018. Com essa vitória, Pearson consolidou seu domínio na categoria, tornando-se tetracampeão consecutivo do principal campeonato de fisiculturismo do mundo.
O pódio refletiu a força de competidores de diferentes origens. Lucas Garcia ficou em segundo lugar, seguido por Shaun Clarida em terceiro. Vitor Porto e Nihat Kaya completaram o top cinco, ocupando respectivamente a quarta e quinta posições. Mas o destaque da noite foi a presença brasileira no topo da classificação. Além de Vitor Porto em quarto lugar, Felipe Moraes terminou em sexto, após uma disputa cerrada com Nihat Kaya pela quinta colocação. Isso significou que três atletas brasileiros conseguiram se posicionar entre os seis melhores da categoria — um feito inédito para o país no Olympia.
A categoria 212 funciona sob os mesmos critérios técnicos da divisão Open, com uma diferença fundamental: o limite de peso absoluto de 212 libras, pouco mais de 96 quilogramas. Essa restrição transforma a dinâmica da competição, favorecendo fisiculturistas de menor estatura, geralmente abaixo de 1,70 metro, que conseguem atingir proporções e definição muscular mais acentuadas dentro desse limite de massa corporal.
O Olympia 2026 marcou o primeiro dia de competições profissionais em Las Vegas, Nevada, com sete categorias em disputa. O Brasil chegou ao evento com um número recorde de atletas classificados, competindo em cinco das sete divisões — apenas a categoria Figure ficou sem representantes brasileiros. A presença forte do país reflete o crescimento do fisiculturismo profissional brasileiro nos últimos anos, com atletas cada vez mais competitivos em nível internacional.
O campeonato, promovido pela Federação Internacional de Fisiculturismo & Fitness desde 1965, permanece como o principal torneio da modalidade. A competição acontece anualmente e distribui os títulos de Mister e Miss Olympia para as categorias Men's Bodybuilding (Open) e Women's Bodybuilding. O resultado de Pearson na 212 foi apenas o primeiro capítulo de um fim de semana que ainda teria muito a revelar sobre o estado atual do fisiculturismo profissional mundial.
Notable Quotes
Keone Pearson recebeu o prêmio das mãos de Flex Lewis, heptacampeão da competição entre 2012 e 2018— Folha de S.Paulo