Em junho de 2026, a Kaspersky revelou que o espaço digital dentro dos automóveis modernos deixou de ser território neutro: pela primeira vez, um malware foi construído especificamente para atacar centrais multimídia automotivas com Android, infiltrando-se pelo próprio mecanismo de atualização que deveria protegê-las. A vulnerabilidade, explorada em software da fornecedora DoFun, permitia que criminosos instalassem programas maliciosos sem qualquer ação do motorista — um lembrete de que o carro conectado carrega consigo os mesmos riscos do mundo digital que o cerca.