Em um país onde o entretenimento físico ainda busca sua reinvenção, Rodrigo Martins encontrou na fronteira entre o real e o digital um modelo de negócio que desafia tanto a gravidade quanto a saturação do mercado. Ao transformar karts em portais para mundos imersivos e shopping centers em palcos itinerantes, ele não apenas fatura R$ 120 mil mensais — ele recoloca a pergunta sobre o que significa, afinal, estar presente em um lugar. A mobilidade, que parecia um obstáculo logístico, revelou-se a própria essência do negócio: a novidade que nunca envelhece porque nunca fica parada.