Em São Paulo, a Justiça reconheceu que a assinatura de Ana Hickmann em um contrato bancário de 2022 é falsa, libertando-a de uma cobrança milionária — mas não dissolvendo a dívida nem nomeando o responsável pela adulteração. A decisão ilumina, sem encerrar, um conflito mais amplo sobre controle, confiança e os rastros financeiros de um casamento de 25 anos. O que a perícia prova é a ausência de Ana no documento; o que permanece em aberto é quem, de fato, esteve lá em seu lugar.