Em um momento em que a lentidão da Justiça é tema recorrente no debate público, o Conselho Nacional de Justiça dá um passo concreto para encurtar a distância entre a decisão judicial e sua execução: um novo modelo de transmissão de ordens de bloqueio, testado com cinco grandes bancos, promete transformar em horas o que hoje leva dias. A reforma do Sisbajud não altera os direitos dos devedores nem cria bloqueios automáticos, mas torna o braço do Judiciário mais ágil quando ele já foi estendido por um juiz. É a tecnologia servindo à efetividade da lei — com a cautela de um cronograma de dezoito