No coração de um processo de recuperação judicial que expõe os limites entre a insolvência e a responsabilidade pública, a juíza Simone Gastesi Chevrand suspendeu a venda apressada dos ativos remanescentes da Oi, exigindo que o caminho legal seja percorrido com rigor antes de qualquer alienação. A decisão protege os serviços essenciais que a empresa ainda opera, mas deixa sem resposta a pergunta mais humana do processo: quando os trabalhadores receberão o que lhes é devido. É o eterno dilema entre a urgência dos credores e a integridade dos procedimentos que sustentam a justiça.
Juíza barra venda de ativos da Oi e protege receitas de serviços essenciais
Trabalhadores e ex-empregados da Oi enfrentam atrasos no recebimento de direitos trabalhistas e créditos devidos durante processo de recuperação judicial.