Num sábado à noite, já passadas as nove e meia, uma jovem de 23 anos que voltava para casa no Bairro Canta Galo, em Rio do Sul, viu-se de repente diante de um desconhecido que transformou um trajeto comum em medo e perda. Em poucos minutos, o celular e a senha foram tomados, e o autor desapareceu sem deixar rastro. Como tantas vezes acontece nas cidades pequenas e médias, a segurança cotidiana depende agora de uma investigação que começa com uma descrição e uma esperança de identificação.
Jovem é ameaçada com objeto cortante e tem celular roubado em Rio do Sul
Ele exigiu o celular e também a senha de desbloqueio
O que chama atenção neste caso além do roubo do aparelho?
A exigência da senha. Ele não quis só o iPhone 12 Pro; obrigou a jovem a informar o código de desbloqueio, o que dá acesso ao conteúdo do telefone.
Cuidado: a fonte só diz que a senha foi exigida e informada. Não diz que o aparelho foi usado depois, nem que houve algum prejuízo além do roubo.
E sobre o suspeito, o que a polícia tem?
Uma descrição: homem alto, branco, sem camisa, de bermuda preta, com tatuagens e um ferimento na cabeça.
Descrição vinda da vítima, repassada pela PM. Não há identificação, nem prisão, nem confirmação de que ele seja conhecido da polícia.
O objeto usado foi identificado?
Só como perfurocortante, encostado no abdômen da jovem.
Exato. Não se sabe se era faca, tesoura ou outra coisa, e a nota não diz se ela se feriu.
O que vem agora?
A Polícia Civil assume a investigação, depois de buscas da PM que não localizaram o autor.
Le Pouls
- Uma caminhada noturna comum virou ameaça à mão armada com um objeto perfurocortante encostado no abdômen da vítima.
- O roubo foi além do aparelho: o criminoso exigiu também a senha de desbloqueio do iPhone, ampliando o risco sobre os dados pessoais dela.
- A Polícia Militar acionou o Copom e vasculhou as proximidades guiada pelas características informadas, mas não encontrou o suspeito.
- O caso segue agora para a Polícia Civil, que precisa identificar o autor e transformar a descrição física em uma pista concreta.
Num sábado à noite, já passadas as nove e meia, uma jovem de 23 anos que voltava para casa no Bairro Canta Galo, em Rio do Sul, viu-se de repente diante de um desconhecido que transformou um trajeto comum em medo e perda. Em poucos minutos, o celular e a senha foram tomados, e o autor desapareceu sem deixar rastro. Como tantas vezes acontece nas cidades pequenas e médias, a segurança cotidiana depende agora de uma investigação que começa com uma descrição e uma esperança de identificação.
Por volta das 21h30 de sábado (31), uma jovem de 23 anos caminhava para casa no Bairro Canta Galo, em Rio do Sul, quando foi abordada por um homem. Em poucos minutos, ela perdeu o celular e viu o autor sumir.
Segundo a Polícia Militar, o suspeito é alto, de pele branca, sem camisa, de bermuda preta e com tatuagens pelo corpo. Os policiais também anotaram um ferimento na cabeça, informação repassada pela própria vítima.
Durante a abordagem, ele encostou um objeto perfurocortante no abdômen da jovem e exigiu o iPhone 12 Pro. O pedido não parou no aparelho: ela também foi obrigada a revelar a senha de desbloqueio. Depois, mandou que ela saísse dali e fugiu. A fonte não informa se ela ficou ferida nem para onde o homem seguiu.
A PM foi acionada pelo Copom e fez buscas nas proximidades, mas o autor não foi localizado. O caso foi registrado em boletim e encaminhado à Polícia Civil, que agora deve investigar e identificar o suspeito.
Por volta das 21h30 de sábado (31), uma jovem de 23 anos caminhava para casa no Bairro Canta Galo, em Rio do Sul, quando foi abordada por um homem. Em poucos minutos, ela perdeu o celular e viu o autor do roubo desaparecer.
Segundo informações da Polícia Militar, o suspeito é alto, de pele branca, e estava sem camisa, de bermuda preta, com tatuagens pelo corpo. Os policiais também registraram que ele apresentava um ferimento na região da cabeça, detalhe repassado pela própria vítima.
Durante a abordagem, o homem encostou um objeto perfurocortante no abdômen da jovem e exigiu que ela entregasse o telefone, um iPhone 12 Pro. A exigência não parou no aparelho: o criminoso a obrigou a informar também a senha de desbloqueio.
Depois de ficar com o celular e com a senha, o suspeito mandou que a vítima deixasse o local e fugiu. A fonte não detalha se ela ficou ferida, e não informa a direção da fuga.
A Polícia Militar foi acionada pelo Centro de Operações (Copom) e fez buscas pelas proximidades, guiada pelas características que a jovem forneceu. Apesar das diligências, o autor do roubo não foi localizado.
A ocorrência foi registrada em boletim policial e encaminhada à Polícia Civil, responsável por investigar o caso e identificar o suspeito. As informações são do 13º Batalhão de Polícia Militar. Por ora, o que se sabe é a descrição física do homem e o caminho que o caso seguirá: a investigação, agora nas mãos da Polícia Civil.
Citations marquantes
A ocorrência foi registrada e encaminhada à Polícia Civil, que ficará responsável pela investigação e identificação do suspeito.— 13º Batalhão de Polícia Militar