sua alegria e seu brilho viverão e permanecerão conosco para sempre
Na madrugada de 24 de junho, dois terremotos de magnitudes 7,5 e 7,2 varreram a Venezuela quase ao mesmo tempo, deixando mais de 2.200 mortos e cerca de 50 mil desaparecidos. Entre as vítimas estava José Manuel Pimentel Berríos, jovem de 16 anos que jogava nas categorias de base do Deportivo La Guaira, encontrado morto junto com sua mãe sete dias após o desastre. A tragédia lembra que por trás de cada número há um nome, um sonho interrompido, e uma família que não voltará a ser a mesma.
- Dois terremotos quase simultâneos sacudiram a Venezuela com força devastadora, colapsando centenas de prédios e deixando dezenas de milhares de pessoas soterradas.
- Por sete dias, José Manuel Pimentel Berríos, jovem jogador de 16 anos, permaneceu desaparecido — e o silêncio sobre seu paradeiro pesava sobre o clube e sobre sua família.
- Equipes de resgate venezuelanas e internacionais trabalharam de forma frenética entre os escombros, enquanto a ONU estimava cerca de 50 mil desaparecidos e mais de 2.200 mortos confirmados.
- No sétimo dia, o Deportivo La Guaira confirmou a pior notícia: José e sua mãe haviam sido encontrados mortos, seus corpos recuperados entre os destroços.
- O clube homenageou o jovem atleta como alguém de 'alma bondosa', cuja alegria, disseram, 'viverá conosco para sempre' — palavras de luto que ecoam a perda de toda uma geração.
Na noite de 24 de junho, dois terremotos quase simultâneos — de magnitudes 7,5 e 7,2 — devastaram a Venezuela, derrubando centenas de prédios e sepultando milhares de pessoas. Entre os desaparecidos estava José Manuel Pimentel Berríos, nascido em 2010, jogador das categorias de base do Deportivo La Guaira, um dos principais clubes do país.
Por sete dias, equipes de resgate venezuelanas e internacionais vasculharam os escombros em busca de sobreviventes. A ONU estimou cerca de 50 mil desaparecidos; o governo confirmou mais de 2.200 mortos e milhares de feridos graves. O silêncio sobre o paradeiro de José pesava sobre o clube e sobre todos que o conheciam.
No dia 1º de julho, o Deportivo La Guaira divulgou um comunicado com a notícia mais temida: José havia sido encontrado morto. Sua mãe também havia perecido nos terremotos. O clube não revelou detalhes sobre as circunstâncias, mas prestou homenagem ao jovem atleta, descrevendo-o como alguém de 'alma bondosa' cuja 'alegria e brilho viverão conosco para sempre'.
Dois nomes entre milhares — mas para aqueles que os amavam, uma perda irreparável. Enquanto as operações de resgate continuavam em busca de outros sobreviventes, para José Manuel Pimentel Berríos e sua mãe, a esperança havia chegado tarde demais.
Na noite de 24 de junho, dois terremotos quase simultâneos — um de magnitude 7,5 seguido por outro de 7,2 — sacudiram a Venezuela com força devastadora. Entre os milhares de pessoas que desapareceram nos escombros estava José Manuel Pimentel Berríos, um jovem jogador das categorias de base do Deportivo La Guaira, um dos principais clubes de futebol do país. Nascido em 2010, José tinha toda uma vida pela frente.
Por sete dias, equipes de resgate venezuelanas e internacionais vasculharam centenas de prédios que desabaram ou colapsaram durante os tremores. A busca era frenética e desesperada. Segundo estimativas da Organização das Nações Unidas, cerca de 50 mil pessoas permaneciam desaparecidas. O governo venezuelano confirmou que mais de 2.200 pessoas haviam morrido e milhares outras sofreram ferimentos graves.
José estava entre os desaparecidos. Seu clube, o Deportivo La Guaira, aguardava notícias. A incerteza pesava sobre a instituição e sobre a família do jovem atleta. Não havia informações sobre onde ele estava, se havia sobrevivido, se havia sido localizado. O silêncio era ensurdecedor.
No sétimo dia após o desastre, na quarta-feira 1º de julho, o Deportivo La Guaira divulgou um comunicado. A notícia que chegava era a pior possível: José Manuel Pimentel Berríos havia sido encontrado morto. Sua mãe também havia perecido nos terremotos. O clube não forneceu detalhes sobre as circunstâncias exatas de suas mortes nem precisou a data em que seus corpos foram localizados, mas é provável que as equipes de busca os tenham encontrado entre os escombros.
Em seu comunicado, o La Guaira homenageou o jovem jogador com palavras que refletiam o impacto de sua perda. Descreveram José como alguém dotado de uma "alma bondosa", um rapaz cuja "alegria e brilho viverão e permanecerão conosco para sempre". Eram as palavras de um clube enlutado, tentando processar a morte de um de seus próprios.
A morte de José e de sua mãe representava apenas dois nomes entre os milhares de vítimas dos terremotos que devastaram a Venezuela. Mas para o Deportivo La Guaira, para sua família, para aqueles que o conheciam, era uma perda pessoal e irreparável. Um jovem atleta com potencial, com sonhos, com uma vida inteira pela frente, havia sido tirado do mundo em questão de segundos por forças da natureza.
Enquanto o país continuava a contar seus mortos e a buscar seus desaparecidos, as operações de resgate prosseguiam. Havia ainda esperança de encontrar sobreviventes entre os escombros, ainda havia pessoas a serem localizadas. Mas para José Manuel Pimentel Berríos e sua mãe, aquela esperança havia chegado tarde demais.
Notable Quotes
sua alma era bondosa e sua alegria viverá conosco para sempre— Deportivo La Guaira, em comunicado oficial
The Hearth Conversation Another angle on the story
Por que a morte de um jogador de futebol em particular merece destaque quando milhares morreram?
Porque ele era uma pessoa específica, com nome, com um clube que o conhecia, com uma mãe que o amava. Os números — 2.200 mortos, 50 mil desaparecidos — são abstratos. José é concreto. Seu clube o chorou publicamente.
O comunicado do La Guaira parece cuidadoso, não oferece detalhes sobre como ele morreu.
Sim. Eles não disseram onde o corpo foi encontrado, nem quando exatamente. Talvez porque ainda estivessem processando a perda. Talvez porque os detalhes fossem muito crus. O que importava era confirmar que ele havia partido.
Ele nasceu em 2010. Quantos anos tinha?
Dezesseis. Ainda estava nas categorias de base, ainda estava se desenvolvendo como jogador. Não era uma estrela estabelecida — era um jovem com potencial, alguém que o clube estava investindo em formar.
A mãe dele morreu também. Isso não é mencionado com tanta ênfase quanto a morte do filho.
Verdade. A narrativa se centra no jogador, no atleta. Mas ela estava lá também, nos escombros. Duas vidas perdidas na mesma noite, na mesma família. A morte dela é quase uma nota de rodapé.
O que significa que seu "brilho viverá conosco para sempre"?
É a linguagem do luto institucional. O clube está dizendo que José não será esquecido, que sua memória permanecerá. É uma forma de transformar a morte em legado, mesmo que breve.