Em agosto de 2026, Joesley Batista, controlador da maior processadora de proteína animal do mundo, sentou-se com Donald Trump no Salão Oval para propor algo aparentemente simples: reduzir tarifas sobre a carne bovina brasileira para aliviar os preços nos mercados americanos. O encontro revela como o poder econômico transnacional encontra o poder político nacional em negociações que moldam o que chega à mesa de milhões de pessoas. Entre interesses comerciais, resistência política e investigações em curso, o episódio ilumina a tensão permanente entre livre mercado e protecionismo — e quem, afina