Em um mesmo dia, o conglomerado Batista executou dois movimentos aparentemente contraditórios que, juntos, revelam uma lógica única de reconfiguração: a JBS pediu à CVM o cancelamento voluntário de seu registro de companhia aberta categoria A, enquanto sua controladora J&F solicitou um novo registro, na categoria B. O que parece recuo de um lado é avanço de outro — uma reorganização silenciosa que redistribui o peso institucional dentro do grupo, centralizando na holding o acesso ao mercado de dívida sem abrir mão do controle acionário. É a geometria do poder corporativo se redesenhando por de