Japão empata com Suécia e enfrentará Brasil nas oitavas da Copa 2026

O Japão se fechou e apostou nos contra-ataques
Estratégia defensiva adotada após o empate, refletindo a mudança tática da equipe no segundo tempo.

No coração do Texas, Japão e Suécia dividiram pontos num empate que, paradoxalmente, serviu a ambos — confirmando os japoneses como vice-líderes do Grupo F e abrindo caminho para um dos duelos mais aguardados das oitavas de final da Copa do Mundo 2026. Com cinco pontos conquistados em três jogos, a seleção de Hajime Moriyasu carrega agora o peso e a honra de enfrentar o Brasil em Houston, numa segunda-feira que promete colocar à prova a identidade ofensiva e coletiva que o Japão vem construindo pacientemente no torneio.

  • O empate por 1 a 1 no AT&T Stadium esconde uma partida de alta tensão: o Japão abriu o placar com Maeda, mas a Suécia respondeu em seis minutos com um gol de qualidade individual de Elanga.
  • A Suécia empilhou atacantes nos minutos finais em busca da virada, temendo um possível confronto com a França — e Suzuki precisou fazer defesas decisivas para segurar o resultado.
  • O Japão recuou estrategicamente para duas linhas de cinco, apostando nos contra-ataques para administrar a vantagem e garantir a classificação com segurança.
  • Com a vaga confirmada, os japoneses agora miram o Brasil em Houston no dia 29 de junho, trazendo velocidade pelas alas, intensidade na marcação e um esquema 3-4-2-1 afinado ao longo da fase de grupos.

No AT&T Stadium em Arlington, Texas, Japão e Suécia protagonizaram um duelo equilibrado que terminou em 1 a 1, resultado suficiente para confirmar os japoneses na segunda posição do Grupo F da Copa do Mundo 2026 e selar o confronto das oitavas contra o Brasil, na próxima segunda-feira em Houston.

O primeiro tempo foi marcado pela tensão e pelos erros de ambos os lados, com as melhores chances desperdiçadas — Maeda cabeceou acima do travessão e Nakamura viu Zetterstrom fazer grande defesa no canto. No retorno do intervalo, o Japão voltou com mais intensidade e foi recompensado aos dez minutos do segundo tempo: após jogada construída pela meia direita, Maeda bateu na saída do goleiro sueco para abrir o placar.

A Suécia respondeu rapidamente pela genialidade individual de Anthony Elanga, que recebeu de Gyokeres, invadiu a área cercado por marcadores e acertou o canto direito de Suzuki. Com o empate estabelecido, os suecos passaram a pressionar em busca da virada para evitar um duelo com a França, mas o goleiro japonês foi decisivo em ao menos duas defesas importantes nos acréscimos, incluindo uma bola que ainda explodiu no travessão após cabeçada de Isak.

Com cinco pontos, o Japão terminou à frente da Suécia, que avançou como uma das melhores terceiras colocadas com quatro pontos. A campanha japonesa incluiu empate com a Holanda, goleada sobre a Tunísia e o empate desta quinta-feira. Comandada por Hajime Moriyasu no esquema 3-4-2-1, a equipe tem em Kubo, Kamada, Doan e Maeda seus principais nomes ofensivos, com o capitão Endo sustentando o meio e Suzuki transmitindo segurança no gol. O desafio agora é o maior possível: o Brasil, às 14h de Brasília, em Houston.

No AT&T Stadium em Arlington, Texas, Japão e Suécia protagonizaram um confronto tenso e equilibrado que terminou sem vencedor. O empate por 1 a 1 na noite de 25 de junho confirmou o Japão na segunda posição do Grupo F da Copa do Mundo 2026, garantindo um duelo de oitavas contra o Brasil na próxima segunda-feira em Houston.

O jogo começou nervoso, com ambas as equipes cometendo erros de passe nos minutos iniciais. A Suécia criou a primeira oportunidade clara aos cinco minutos, quando Bernhardsson arriscou da entrada da área, mas o goleiro japonês Zion Suzuki fez a defesa no canto direito. O Japão respondeu aos 21 minutos com Maeda livre na primeira trave, mas sua cabeçada passou acima do travessão após cruzamento de Ito. A melhor chance do primeiro tempo veio aos 44 minutos: após boa sequência de passes, Maeda encontrou Nakamura na área pela esquerda, o atacante girou sobre a marcação e bateu colocado no canto, mas o goleiro sueco Zetterstrom fez excelente defesa.

O Japão retornou do intervalo com maior intensidade. Aos dois minutos do segundo tempo, Tanaka recebeu passe na entrada da área, limpou dois marcadores e finalizou forte por cima do travessão. Cinco minutos depois, Kamada saiu cara a cara com Zetterstrom após lançamento preciso, mas o goleiro fez grande defesa e o lance foi anulado por impedimento. A pressão japonesa resultou em gol aos dez minutos: Seko esticou passe da meia direita para a entrada da área, Doan deu um lançamento na marca do pênalti, e Maeda bateu na saída do goleiro sueco para abrir o placar.

A Suécia buscou o empate seis minutos depois através da individualidade de Anthony Elanga. Gyokeres conduziu da intermediária até a ponta direita e acionou o atacante, que invadiu a área cercado por marcadores, bateu forte e acertou o canto direito de Suzuki. Com o resultado igualado, os suecos passaram a empilhar atacantes em busca da virada para evitar um possível confronto contra a França na segunda fase. Aos 19 minutos, após erro na saída de bola japonesa, Isak ficou com a sobra na meia-lua e soltou um chute potente, mas Suzuki caiu no canto direito para fazer a defesa.

O Japão se fechou com duas linhas de cinco defensores e passou a apostar nos contra-ataques, enquanto a Suécia aumentava a pressão e abusava dos cruzamentos para a área. Aos 47 minutos, Elanga recebeu pela direita, chutou cruzado e obrigou Suzuki a fazer boa defesa. No minuto seguinte, após cobrança de escanteio, Isak cabeceou na pequena área, Suzuki desviou levemente na bola, que ainda explodiu no travessão. Apesar da pressão sueca nos acréscimos, a partida terminou empatada.

Com cinco pontos, o Japão confirmou a vice-liderança do Grupo F, à frente da Suécia, que terminou em terceiro com quatro pontos e também avançou ao mata-mata como uma das melhores terceiras colocadas. A Holanda liderou a chave com sete pontos, enquanto a Tunísia foi eliminada sem pontuar. A campanha japonesa incluiu um empate por 2 a 2 com a Holanda, uma goleada por 4 a 0 sobre a Tunísia e o empate contra a Suécia. A equipe comandada por Hajime Moriyasu atua no 3-4-2-1, com alas bem abertos, intensidade na marcação e transições rápidas. Os principais nomes são Takefusa Kubo na criação, Daichi Kamada e Ritsu Doan na armação, além dos atacantes Daizen Maeda e Ayase Ueda. O capitão Wataru Endo sustenta o meio-campo enquanto Suzuki passa segurança no gol. O confronto contra o Brasil está marcado para segunda-feira, 29 de junho, às 14h no horário de Brasília, em Houston.

A equipe comandada por Hajime Moriyasu atua no 3-4-2-1, com alas bem abertos, intensidade na marcação e transições rápidas
— Análise do sistema tático japonês
The Hearth Conversation Another angle on the story
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Por que esse empate importa tanto para o Japão?

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Porque garante a segunda colocação e evita enfrentar a Holanda, que liderou o grupo. Mas agora vem o Brasil, que é um adversário completamente diferente — mais experiente, mais forte.

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O Japão jogou bem?

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Jogou bem no segundo tempo, especialmente. Maeda abriu o placar com uma jogada bem trabalhada, mas a Suécia respondeu rápido com Elanga. Depois o Japão se fechou, apostou na defesa e nos contra-ataques.

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A Suécia teve chances reais de virar?

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Teve, sim. Especialmente nos acréscimos — Isak quase marca de cabeça, a bola bate no travessão. Se tivesse marcado, mudava tudo. Mas o Suzuki fez defesas importantes.

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Como o Japão chega para enfrentar o Brasil?

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Com um futebol ofensivo, transições rápidas, explorando os lados do campo. Mas também com a capacidade de se fechar quando precisa. O Brasil vai ser um teste real disso.

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E a Suécia, como fica?

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Avança como terceira colocada, mas fica na incerteza. Precisa esperar os outros jogos da rodada para saber quem enfrenta. Pode ser a França, pode ser outro time — depende dos resultados.

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