No coração do poder executivo brasileiro, um ator de Hollywood e um governo eleito encontraram-se em torno de uma causa que transcende fronteiras: a sobrevivência da Amazônia e dos povos que a habitam. Em setembro de 2026, Leonardo DiCaprio visitou o Palácio do Planalto e saiu com uma fotografia do cacique Raoni — gesto simbólico que condensa anos de convergência entre ativismo internacional e política indigenista brasileira. O presente, entregue por Janja Lula da Silva, não era apenas uma lembrança diplomática, mas o retrato de um propósito compartilhado entre quem governa a floresta e quem a