Há algo revelador no movimento do Itaú em direção a uma licença bancária completa nos Estados Unidos: ele não é apenas uma expansão corporativa, mas o reflexo de uma transformação mais profunda na vida dos latino-americanos de alta renda, cada vez mais globais em seus vínculos e necessidades. O banco, presente em Miami desde 2007 com foco em private banking para não-residentes, recebeu em agosto aprovação condicional do regulador americano para oferecer contas correntes, crédito e cartões — serviços que acompanham pessoas que já não cabem dentro de uma única fronteira. Num momento em que a adm