Em um momento em que o trabalho híbrido redesenha a geografia corporativa das grandes cidades, o Itaú Unibanco e a Eztec selaram um acordo de R$ 1,17 bilhão que vai além de um simples contrato de aluguel: é um sinal de que o escritório físico, longe de ter sido abandonado, está sendo reinventado em escala monumental na zona sul de São Paulo. Por dez anos — prorrogáveis por mais cinco —, o complexo Esther Towers abrigará 9.600 posições de trabalho, enquanto o banco aperta gradualmente as exigências de presença para seus funcionários. Para a Eztec, o contrato transforma um ativo em tese de cresc