No limiar de mais uma rodada diplomática entre Netanyahu e Trump, Israel aprovou formalmente a entrada de uma força internacional de estabilização em Gaza — um gesto que reconhece, ao mesmo tempo, a exaustão de dois anos de guerra e a distância ainda enorme entre o marco legal e a paz concreta. Cerca de 200 soldados de Uganda e Marrocos poderão atuar em zonas fora do controle israelense, numa arquitetura que reflete o plano de Trump, mas que encontra no Hamas e na própria expansão militar israelense seus maiores adversários. A humanidade observa: aprovar um quadro jurídico é mais simples do qu
Israel aprova entrada de força internacional em Gaza antes de Netanyahu ir a Washington
Dois anos de ofensiva israelense deixaram Gaza em ruínas; 2 milhões de habitantes vivem em condições precárias em faixa estreita de terra, principalmente em barracas improvisadas ou prédios destruídos.