Na península coreana, onde a história de divisão e desconfiança se estende por décadas, a irmã de Kim Jong-un elevou o tom do regime ao criticar a AIEA e as manobras militares americanas, declarando que qualquer esperança de desnuclearização é ilusória. Pyongyang apresenta sua expansão nuclear não como agressão, mas como resposta legítima ao que interpreta como cerco armado liderado pelos Estados Unidos. O pronunciamento fecha portas diplomáticas que, mesmo frágeis, ainda existiam — e anuncia um ciclo de escalada cujo fim permanece incerto.