À margem da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, o Irão e os Estados Unidos sentaram-se à mesa durante três horas para discutir o destino do Estreito de Ormuz — uma das artérias mais vitais do comércio global. Teerão apresentou condições claras: fim do bloqueio naval, libertação de ativos congelados e cessação dos conflitos regionais. Num mundo onde a diplomacia e a ameaça coexistem no mesmo discurso presidencial, este encontro representa tanto uma abertura quanto um teste à seriedade de ambas as partes.