No cruzamento entre diplomacia regional e poder geopolítico, o Irã apressou-se a redefinir o alcance de um acordo com Omã sobre rotas marítimas alternativas, deixando claro que cooperação bilateral não equivale a rendição estratégica. O porta-voz Esmaeil Baqaei escolheu palavras precisas — 'condição necessária, mas não suficiente' — para situar o entendimento como um passo, não uma chegada. O Estreito de Ormuz, por onde flui um terço do petróleo global, permanece fechado enquanto Teerã mantém que a responsabilidade pela situação repousa sobre Washington e seus compromissos não cumpridos.