No Estreito de Ormuz, uma das artérias mais vitais do comércio global de energia, o Irã anunciou ter capturado um drone submarino americano de três toneladas — mais um capítulo na longa narrativa de confronto velado entre duas potências que disputam influência sobre águas que nenhuma controla completamente. Washington minimizou a perda, mas seu secretário de Estado não hesitou em ameaçar represálias econômicas, revelando a tensão entre contenção e intimidação que define essa relação. O episódio não é uma ruptura, mas um sintoma: a tecnologia avança, os limites se estreitam, e a margem para o e