No cruzamento entre diplomacia e poder marítimo, o Irã e Omã aproximam-se de um entendimento sobre o Estreito de Ormuz — artéria vital do comércio global de petróleo fechada desde fevereiro. O anúncio iraniano coincide com o recuo militar de Trump, criando uma ambiguidade deliberada sobre se os dois processos diplomáticos estão de fato entrelaçados. O que emerge é um retrato clássico da geopolítica: cada parte manobra para preservar soberania e influência enquanto o mundo aguarda saber se o estreito voltará a fluir livremente.