Em dias recentes, o Irã abateu dois drones militares americanos da família MQ-1, abrindo mais uma ferida silenciosa na longa tensão entre Washington e Teerã. O Comando Central dos EUA permanece em silêncio, mas os números falam por si: cada aeronave perdida é também uma pergunta sobre o preço que uma nação está disposta a pagar por sua presença nos céus alheios. A guerra moderna, cada vez mais travada por máquinas sem piloto, não elimina o custo humano — apenas o converte em cifras orçamentárias e debates políticos.