No Estreito de Ormuz, uma das passagens marítimas mais estratégicas do planeta, a Guarda Revolucionária do Irã capturou um drone submarino autônomo americano avaliado em R$ 12,7 milhões — equipamento que já operava com falhas técnicas há mais de um dia. O episódio não é um acidente isolado, mas um fragmento de uma guerra que alterna entre tréguas frágeis e ataques renovados há cerca de sete meses. Quando nações disputam o controle das profundezas e das rotas do petróleo, cada artefato capturado carrega o peso simbólico de uma ordem mundial em tensão.