No Golfo Pérsico, Irã e Estados Unidos trocaram ataques com mísseis e navios em setembro de 2026, cada lado invocando a lógica da retaliação para justificar o que faz. Teerã afirma ter atingido um porta-aviões americano com mísseis balísticos; Washington respondeu com bombardeios contra petroleiros iranianos. O que emerge não é apenas uma crise militar, mas um espelho antigo da condição humana: a dificuldade de romper ciclos de violência quando cada ato de força é lido, por quem o sofre, como o primeiro golpe.