A Apple está prestes a inaugurar uma nova era em sua história com o primeiro iPhone dobrável, mas o acesso a essa tecnologia não será igualitário: os Estados Unidos terão a primazia do lançamento, enquanto mercados como Brasil e Austrália aguardam na fila da espera. Essa estratégia de exclusividade gradual revela não apenas os desafios técnicos de fabricar um dispositivo de engenharia complexa, mas também a hierarquia silenciosa que governa o acesso global à inovação. Para o consumidor brasileiro, a espera é dupla — de tempo e de preço.