A cada outono, a Apple reconfigura as expectativas do que um dispositivo pessoal pode custar e oferecer — e Portugal não é exceção. Em setembro e outubro de 2026, a empresa desdobra um portfólio que vai dos AirPods 5 a 149 euros até ao iPhone Duo a quase 4 000 euros, traçando uma linha clara entre o acessível e o extraordinário. É o ritual moderno de renovação tecnológica, onde o preço deixou de ser apenas um número e passou a ser uma declaração de identidade.